quarta-feira, 15 de abril de 2009

Quanto mais se escreve, mais descobre sobre si e torna-se mais do que se é - no meu caso, mulher. A vontade de parar o tempo me faz lembrar que ainda sou menina e posso aproveitar o pouco tempo que me resta assim. A dor que agora sinto faz questão de martelar minha cabeça, fazê-la latejar e me fazer atentar para o fato de que, assim como ela, as coisas - as desse mundo, não duram para sempre.

3 comentários:

Paola disse...

transformações. acho que é disso que esse mundo é feito. fases. mudanças. e nada é para sempre, por mais feliz, ou triste, nada é para sempre mesmo.

Ariane Sapucaia disse...

Sua chata que escreve tão lindamente,e é tão lindamente linda,CHATA CHATA. u.u

Quem pintou o céu de azul disse...

Eu acho que o sempre é uma questão íntima e não constitui um estado, ou um comportamento, mas a natureza e a essência.

Acho que daí a grande dificuldade do mundo encarar as mudanças, elas frutos de uma essência de liberdade que é parte fundamental da sua criação.