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quarta-feira, 7 de setembro de 2011

Por ora, carvão.


Quando minha existência me parece meio desafinada, desconexa, fora do tom desse mundo.
Quando parece que esqueci o que aprendi sobre ler a Partitura e a esperança que pode-se achar nela.
E meu corpo me pesa mais do que meus 54kg.
Tento respirar fundo, nem sempre consigo.
Se consigo, não resolve.
Revejo meus acordes. Assumo que são pobres. Ainda assim, não me conformo.
O sorriso vem logo.
Sempre tem Alguém que me manda alguém que me coloque no colo.

domingo, 3 de julho de 2011

Vida depois das 2h01, apartamentos, drama e escaleta


Chega a noite;
não posso treinar - o mundo todo quer dormir.
Se eu tocar, não deixar, só fariam reclamar.

Talvez, se eu tocasse bem,
não perturbasse ninguém,
pudesse ir mais além:

Treinar até mais tarde
e um dia, quem sabe,
eu tocasse bem...

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Quando a conversa ao telefone é boa

Melhor do que ter um sonho bom é acordar dele e perceber que a realidade é ainda melhor.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

E eu poderia escrever muitas palavras sobre esse dia, mas receio que elas façam aquilo tudo parecer real.

segunda-feira, 29 de março de 2010

Não tenho me permitido escrever textos longos; algo por aqui me diz que grandes textos são curtos.
Na verdade, não tenho me permitido muitas coisas; a maior parte dos meus pensamentos já começa com "não".
Ponho a culpa no amor!
Tenho analisado-o muito. Não o amor-sentimento no qual muito se fala, mas o real. Aquele que nem sempre é bonito por fora ou fácil de ser demonstrado, mas sempre é simples. E, por isso, complexo.

Diante de tudo isso, o que tenho ainda a escrever?

Pequeno, pequeno, pequeno...