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sábado, 10 de setembro de 2011

Na cozinha, amor não basta.

Cookies que ora querem ser papa ora querem ser uma bolacha só; cupcakes impossíveis; muffins que tentam se comportar bem - e não conseguem.
Sinto como uma daquelas mães que, antes mesmo de seus filhos deixarem de parecer feijões, traçam, com amor, um plano perfeito para eles.
Ao crescerem (às vezes nem tanto), mesmo bem-criados, resolvem ser algo bem diferente daquele menino ou menina dos planos. E nem é que o "filho alternativo" que ele se tornou seja ruim, minha gente, mas é que a mamãe esperava algo tão diferente...

quinta-feira, 28 de abril de 2011

Post-it,

desde 1977 ajudando a lembrar daquilo que não é possível esquecer.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Saudade tem gosto de aperto

O que gosto na saudade é que ela faz com que a força do abraço seja proporcional ao seu tamanho.

sábado, 19 de fevereiro de 2011

A primeira flor que ganhei veio do lixo


AMOR retirado daqui
Estávamos voltando ou indo de/a não-sei-onde.
Sei que no lixeiro, na porta da minha casa, havia uma flor.
Era uma rosa. Vermelha. Era de plástico também... mas era uma.
E eu ganhei.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

sábado, 8 de janeiro de 2011

Reflexo da reflexão do espelho

Não que seja necessário
Mas, de certeza, é grande
Ele se arranhar
Para não me arranhar

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

ele não gosta de gerúndio

"Amor é bicicleta",

se aprende a andar
e nunca mais se esquece.

Mesmo quando se esquece de si.

domingo, 2 de janeiro de 2011

domingo, 9 de maio de 2010

Eu não sei mais chorar. Hoje chorei. Percebi que desaprendi, e logo sorri. Não soube enxugar. Fiquei com vergonha, deixei pingar. Tive que deixar.
(E há quem pergunte -sempre há- se estou bem, digo que sim. Não minto.)

Foi durante o almoço, na mesa da sala, com os olhos fixos na TV. Não era novela nem filme.
Era real. Eu poderia, noutros tempos, facilmente apontar o que vi como uma carta romântica escrita com caneta de pena e papel decorado. Não era presunçosa, não era brega e muito menos estúpida. Estava ali, junto com uma música ao fundo que dizia praticamente tudo e algumas fotos, a "1ª Cartinha. Lembra?" que meu irmão fez à namorada.
Era pura. É amor.


segunda-feira, 29 de março de 2010

Não tenho me permitido escrever textos longos; algo por aqui me diz que grandes textos são curtos.
Na verdade, não tenho me permitido muitas coisas; a maior parte dos meus pensamentos já começa com "não".
Ponho a culpa no amor!
Tenho analisado-o muito. Não o amor-sentimento no qual muito se fala, mas o real. Aquele que nem sempre é bonito por fora ou fácil de ser demonstrado, mas sempre é simples. E, por isso, complexo.

Diante de tudo isso, o que tenho ainda a escrever?

Pequeno, pequeno, pequeno...