"If heartaches brought fame in love's crazy game,
I'd be a legend in my time.
If they gave gold statuettes for tears and regrets,
I'd be a legend in my time.
But they don't give awards,and there's no praise or fame
For hearts that are broken for love that's in vain.
If loneliness meant world acclaim,
Everyone would know my name
I'd be a legend in my time."
quinta-feira, 9 de abril de 2009
"Porque há o direito ao grito. Então eu grito."
Passarei três dias longe das pessoas e das coisas do meu cotidiano e isso está me deixando estranhamente feliz. Eu preciso de um tempo. E sei que as pessoas também precisam de um tempo de mim. Como a saudade tá sempre presente, não será diferente nesses três dias, talvez eu até me lembre como conviver em paz com ela (ou não).
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Quando somos crianças, somos um pouco de cada coisa. Artista, cientista, atleta, erudito. Às vezes parece que crescer é como desistir destas coisas, uma a uma. Todos nos arrependemos por coisas das quais desistimos, algo de que sentimos falta, de que desistimos por sermos muito preguiçosos ou por não conseguirmos nos sobressair. Ou por termos medo.
quarta-feira, 1 de abril de 2009

Escuro, no meu quarto que há tempos não dormia (aquele mesmo com ventilador e estrelinhas no teto), deito na minha cama sobre uma almofada de coração (que, no dia em que a recebi de dois amigos, conheceu um dos meus melhores sorrisos e naquela hora conhecia um outro lado - um que eu nem sequer gosto), chorava como há muito não fazia. Olho pela janela (que continua com os velhos adesivos) e vejo uma grande borboleta. Talvez ela já estivesse ali, quando eu subi as escadas apressada pra chegar na minha cama, deitar e esperar as dores passarem (a física e a emocional), mas só reparei nela quando senti uma necessidade fora do comum de ter alguém pra me abraçar naquele exato momento. Era impossível, já estava tarde demais e aquele dia já era quase outro dia. Pensava em tantas coisas e em tantas pessoas que me dava vontade de vomitar, pra ver se tudo isso saía de dentro de mim, mesmo sabendo que a vontade maior é que elas saíssem de onde estavam e viessem pra perto de mim. (O engraçado de tudo é que, enquanto escrevo todas essas coisas, escrevo no passado, porque sei que isso não pode durar mais de uma noite. Eu não aguentaria. Não sozinha.)
O abraço, naquela noite, foi dado por Deus, pelas músicas e por aquela borboleta - aquela que, até então, em nem sequer tinha reparado que estava ali, se mostrando pra mim.
segunda-feira, 30 de março de 2009
domingo, 29 de março de 2009
sábado, 28 de março de 2009
quinta-feira, 26 de março de 2009
Acabo de perceber que meu óculos está torto. Talvez pra combinar com minhas pernas - que, ultimamente, têm sentido falta das caminhadas na orla pra ir à casa d'um amigo. Pelo que tenho sentido nos últimos dias, não são só essas caminhadas que têm me feito falta e isso é realmente muito ruim. Ruim como esse texto e como meu jeito infantil de escrevê-lo. Jeito infantil não só de escrever esse texto, como também de falar... ou melhor, não de falar, mas de questionar. Tenho feito muitas perguntas, acho que tá virando mania. E essa é só uma dentre tantas outras - umas que vêm até me incomodando, pra ser sincera. Sinceridade é algo que tenho querido desde os meus últimos relacionamentos. Relacionamentos... É, o texto acaba aqui.
quarta-feira, 18 de março de 2009
Eu não quero apenas teorizar -tampouco "parafrasear"- um sentimento. Quero sentir e saber que aquilo é bom - o que é bom, faz bem. Aprende-se, cedo ou tarde, que nem tudo que faz bem é bom. E que nem tudo que faz bem, faz realmente bem. E que tudo é uma questão de tempo. O tempo está na minha mão e eu nem sei o que fazer com ele, se faço ele andar mais rápido ou mais devagar, acabo optando por deixar que ele siga por si - por enquanto. Vou parar por aqui, isso está ficando muito confuso (não é à toa que dizem algo sobre o que é escrito ser reflexo do que se sente/de quem se é). "Eu não quero apenas teorizar -tampouco 'parafrasear'- um sentimento", repito, caso não tenha prestado muita atenção nessa parte (a única parte que acredito haver algum sentido).
terça-feira, 17 de março de 2009
tuesday smile.

Quando alguém faz aniversário e quem ganha o presente é você, você fica meio sem graça, sem ter o que falar. Comigo não é diferente. Hoje é teu aniversário, mas Deus me deu o presente de estar novamente do lado pra estar provando no documento mais um ano do teu crescimento (não que este precise ser comprovado, de tão óbvio que é). O que te digo e desejo hoje não é nada diferente do que faço em todos os outros dias e eu poderia repetir todas as palavras que já te disse, se não fosse a coisa mais fácil acrescentar um adjetivo e uma qualidade a cada dia que a gente se vê, conversa, passa um tempo juntas. Você é ímpar. Não importa o quanto você tente fugir desse adjetivo, ele vai continuar te perseguindo, porque é isso que você é. Obrigada pelas coisas simples e inesperadas, leituras de livros, pelas pintadas de unhas, sugestão de bandas, coisas compartilhadas, pelas nossas "questões de honra" e, acima de tudo, obrigada pela reciprocidade, pelos teus sorrisos (mesmo que, algumas vezes, eu precise fazer algo bem idiota pra que ele apareça), abraços, pela preocupação, por SABER que me tem sempre do teu lado, tem meu colo & ombro nas viagens de oito horas e pelo AMOR. O que passa, tá no meio ou vem antes disso, fica subentendido. Minha irmã mais velha, feliz aniversário!
quinta-feira, 12 de março de 2009
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