terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Engraçado é te ver, mesmo que em fotos, nos braços de outra pessoa. Engraçado é me ver, mesmo que em fotos, nos braços de outra pessoa. Engraçado é o fato de um dia você colocar os pés nas costas de uma pessoa e no outro nem falar direito com ela. Engraçado é como as coisas mudam. Engraçado é como o tempo passa rápido. Engraçado como tudo caminha pr'um lugar certo - incerto, mas certo. Engraçado é como a cada dia, a cada olhar, a cada mensagem, eu quero que esse lugar seja como o Jardim Secreto. Engraçado como não é nada engraçado.
sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
Na nossa frente, só uma estrelinha brilhando longe e bem fraca. No meu rosto, a luz amarelada do post, no teu só a sombra dessa mesma luz. Tua mão na minha, as nossas apoiadas na minha perna, tu se inclina pra me dá um beijo e eu o recebo sem precisar fazer qualquer esforço. Carinhos no braço, cheiro no pescoço, arrepio. Sempre. Teu olhar de canto, minha vergonha. "Passa a marcha comigo?" só se não for aquela que, ironicamente, é representada pela letra R. A caminho da minha casa, ganhamos a companhia da mutação de cores no céu recém-acordado de domingo. Algumas curvas depois, alguns minutos na porta da minha casa (depois que você finalmente acerta), à espera da minha mãe e a tua presença impedindo a minha vontade de ir embora chegar, mas a porta se abre e é chegada a minha hora de ir - mesmo que a vontade ainda não.
Ah, e acho que me apaixonei.
Ah, e acho que me apaixonei.
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Quando acordar às 1:30 de uma cochilada no sofá, ainda dormindo, resolver ir no computador, olhar todas as suas besteiras de sempre e se segurar pra não mandar mensagem por achar que é muito tarde pra acordar a pessoa com uma mensagem de uma palavra só (Saudade!), pode ter certeza que é com isso, com a saudade - além do sono, que você está.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
Mais um texto diretamente da minha velha e própria série "escrevi, mas não mandei"
Eu te dei a certeza na qual você tem medo. A certeza de que iria estar tudo igual quando você voltasse. Em outros casos, nos teus casos mais normais, isso não teria sido dito a você ou teria sido dito cheio de medo, mas eu disse com toda a certeza que eu jamais senti. E estava; estava tudo igual quando você voltou, menos você. Logo você que, junto comigo, era o personagem principal dessa historiazinha ridícula. Você não mudou, mudar é simplesmente alterar algumas coisas e você não fez apenas isso. Você alterou umas, piorou outras, sumiu com algumas, enfim, você desapareceu nesse meio tempo e voltou com algo completamente diferente dentro do seu eu. Talvez você se arrependa, talvez não, talvez. Mas eu não arrependo de ter estado lá quando você se foi e aqui quando você voltou, completamente igual. Porque se tem uma coisa que eu gosto de fazer é cumprir aquilo que eu digo. E agora talvez você possa finalmente entender o motivo de um dia eu ter te dito "Só prometa aquilo que pode cumprir" e você prometeu e você não pôde. Você se perdeu dentro de você e eu fui embora junto.
segunda-feira, 8 de dezembro de 2008
"Olha, da primeira vez que eu estive aqui foi pra me distrair, eu vim em busca de amor. Olha, foi então que eu te conheci... naquela noite fria, nos seus braços, os problemas esqueci. Olha, da segunda vez que eu estive aqui já não foi pra me distrair, eu senti saudades de você. Olha, eu precisei dos seus carinhos, eu me sentia tão sozinho e já não podia mais te esquecer. Eu vou tirar você desse lugar, eu vou levar você pra ficar comigo e não me interessa o que os outros vão pensar. Eu sei que você tem medo de não dar certo, acha que o passado vai estar sempre perto e que um dia eu vou me arrepender. E eu quero que você não pense em nada triste, porque quando o amor existe, o que não existe é tempo pra sofrer. Eu vou tirar você desse lugar, eu vou levar você pra ficar comigo e não me interessa o que os outros vão pensar."
domingo, 7 de dezembro de 2008
Texto diretamente da minha velha e própria série "escrevi, mas não mandei"
Posso confessar uma coisa? Eu roubei um pedaço teu e nunca te devolvi. Talvez você ainda não tenha percebido, talvez ainda não tenha sentido falta. Talvez nunca perceba. Ter esse pedaço aqui comigo me faz sentir menos "loser", como diríamos. Não sei o que fazer com esse pedaço, ele não tem significado muita coisa pra mim ultimamente e por hoje não acho que isso vá mudar algum dia - não pelo menos até o dia em que você sentir falta. Acho que esse pedaço que peguei teu sem tu perceber é quase como o apêndice pra você: Você sabe que tem, mas ainda não sabe pra quê serve e, se alguém (no caso, eu) tirá-lo de você, você nem sequer perceberia. Talvez seja isso que tenha acontecido com você, comigo e, você sabe... com o pedaço do teu coração.
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
Coisas
Há um tempo cansei de complicações, cansei de idas e vindas e idas, cansei de esperar; hoje gosto do "preto no branco", do claro, do simples, do fato. Pode soar um pouco egoísta, mas hoje eu quero que me esperem. Ou melhor, prefiro que me acompanhem - eu sempre gostei de companhia mesmo. Pra falar a verdade, eu nunca soube fazer as coisas sozinha, mas, junto com muitas outras coisas, essa é apenas mais uma que tenho aprendido ultimamente - e até descobri que levo jeito pra isso. Acho que a primeira coisa que se tem de aprender pra não ficar só, é saber estar. E hoje eu sei.
terça-feira, 2 de dezembro de 2008
Sorte de hoje: Seja indispensável para alguém
1. Indispensável
Necessário, obrigatório, essencial.
Ex: O amor è indispensàvel à vida.
Necessário, obrigatório, essencial.
Ex: O amor è indispensàvel à vida.
Procurando pela internet uma definição para palavra "indispensável" (não que eu não soubesse seu significado), me deparo com essa e com esse exemplo. Dando de cara com um exemplo desses, com o amor, como posso ser eu indispensável para alguém? Como posso EU ser comparada ao amor?
Não posso e não tenho pretensão de poder.
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