Pra mim, ela é bem mais como as reticências...
terça-feira, 30 de março de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
Não tenho me permitido escrever textos longos; algo por aqui me diz que grandes textos são curtos.
Na verdade, não tenho me permitido muitas coisas; a maior parte dos meus pensamentos já começa com "não".
Ponho a culpa no amor!
Tenho analisado-o muito. Não o amor-sentimento no qual muito se fala, mas o real. Aquele que nem sempre é bonito por fora ou fácil de ser demonstrado, mas sempre é simples. E, por isso, complexo.
Diante de tudo isso, o que tenho ainda a escrever?
Pequeno, pequeno, pequeno...
terça-feira, 9 de março de 2010
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
domingo, 17 de janeiro de 2010
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Não posso dizer que "Sou uma mulher madura que às vezes brinca de balanço"
e muito menos que "Sou uma criança insegura, que às vezes anda de salto alto".
Mas, sem medo, sei que posso afimar que sou uma menina que sempre brinca de balanço.
Quando este está no alto, eu me sinto forte, livre e confiante - e é nesse momento onde
tomo as decisões mais difíceis e soluciono as dúvidas mais conflitantes.
Quando está embaixo, pertinho do chão e seu movimento já não tem mais a mesma força,
é quando eu preciso que alguém, talvez maior e mais forte, me dê o impulso necessário pra que eu possa voltar lá pra cima - ou até mesmo alguém como eu, que me mantenha onde estou.. só não me deixe parar.
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Me pego pensando se árvores realmente são aquilo que aparentam.
Rígidas, fortes e estáticas.
Será que elas sentem dor? E o vento, será que as refresca?
Como eu não estava aqui no princípio para dizer com certeza se sim ou se não, gosto de me deixar imaginar que talvez, antes de árvores serem árvores, elas eram flores. Bem delicadas, mas não como rosas (rosas tendem a ser usadas para manipular as situações).. talvez uma flor mais sincera, como a tulipa ou a margarida.
E que, por tanto descaso alheio resultado em tropeço, elas resolveram mudar.
Será?
domingo, 1 de novembro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Não sei o que está acontecendo.
As brincadeiras acabaram, as risadas também e agora as conversas têm pés e cabeças, mas insistem em ficar paradas. Ânsia por mudança ou pelo por vir; nada se sabe, nada parece sair do lugar.
As palavras parecem engatinhar à espera do momento certo pelo primeiro passo. Cuidado pra não cair! Vontade de ter de volta o poder de transformar tardes chatas de quartas-feiras em ótimos dias de quinta.
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Ouvi dizer que os culpados pelas borboletas no estômago, pelo frio nas mãos e pensamentos - ainda que aleatórios - numa só direção, são os feromônios, a dopamina e o cérebro. Ainda assim, todos insistem em condenar o coração!
Ao saber disso, constatei: Algo que funciona de forma tão involuntária, sem qualquer sombra de querer, não pode ser responsável por algo tão grandioso.
quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Costumo fazer isso sem citar nomes ou deixar tão explícito ao destinatário. Mas hoje, exclusivamente, eu quero falar para e sobre uma amiga:
Tem manias estranhas e tiques -por ela- impercepitíveis. Não gosta dos carinhos óbvios, mas sim de beijinhos no braço (desde que não demorados, senão o braço pesa), abraço na cabeça. Normalmente, anda de um jeito desengonçado e, ainda assim, trabalha como modelo. Imagino que ela não seja com todos da forma que eu conheço, o que é uma pena pra quem não a conhece assim. Conversas sérias com ela são possíveis, sim, mas quando isso é percebido, imediatamente se torna estranho. Ela é uma pessoa de risos. Daqueles bem cheio, de apertar os olhos e a barriga doer. Gosto disso, do extremo, ainda mais se tratando de sorrisos. Me faz bem e desvia meus pensamentos das coisas aparentemente preocupantes, o que acaba me fazendo preocupar com ela. Te engana perfeitamente através de fotografias, umas com cara chata, outras de metida, talvez seja a forma que encontrou pra se proteger, afinal, não gosta de pessoas efusivas ao extremo, ainda mais se for um "semi-conhecido".
Deixando o egoísmo de lado, eu digo: Todo mundo deveria ter uma Isabela na vida.
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