quarta-feira, 10 de julho de 2013

Pr'aquela que consegue voar, Taynara

Molinha de braço e coração, carrega no sorriso a força suficiente para manter as pernas curtas não só em pé mas caminhando. Marcada pela distância e pelos desenhos na pele, as pernas largam o "r" e se fazem pena quando se quer voar - ainda que com medo. Assim, se faz agradavelmente perto daqueles aos quais tem. No coração. Ali, os faz âncoras e joga também a sua, do Sul ao Nordeste. 
Grata por fazer parte dos poucos que se fazem porto, retribuo de braços, ouvidos e coração abertos, com o desejo de querer permanecer e constatar, daqui há vários filhos, netos e bisnetos - anos - que ainda és minha amiga mais moderninha. 
Let it be!

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